Nossa sociedade está corrompida pela falta da prática dos valores éticos. O homem deixa-se corromper, desmoralizando a própria raça.
Respeito mútuo entre pessoas é, na maioria das vezes, muito raro de se encontrar. Só pelo jeito do próximo se vestir, andar, falar, agir, até mesmo pela cor da pele e etc., tiram-se conclusões incertas e muitas vezes erradas sobre alguém, em contraste com o que realmente é. Triste fim terá quem julga por tais características em plena era contemporânea.
Presenciando uma cena de preconceito, percebi que para alguns vale mais a sua cor do que seu coração, seu dinheiro do que sua humildade. Estes tornam-se humanos deploráveis, antissociais e alvos da sociedade.
Seu direito termina onde começa o do próximo. Falando abertamente: você tem o direito de ter amigos e de ser aceito por eles, mas para obter harmonia, deve viver dentro dos limites que os mesmos te impõem. Ou seja: devemos saber até onde podemos chegar nas brincadeiras com o pessoal, das palavras que usamos, porque uma ofensiva é suficiente para o seu direito terminar e começar o do outro (de recorrer).
Contudo, deixo aqui uma estimativa; pense e analise. Abaixo da questão deixo de forma explícita onde quero chegar com isso:
Há um cargo administrativo para ser ocupado em uma grande empresa e o setor de RH recebeu alguns currículos. Coincidentemente, dois desses eram de conhecidos dos selecionadores. O primeiro selecionador olha para o segundo e diz: "temos dois conhecidos, mas poderemos selecionar para o cargo apenas um. E agora, para quem vai a preferência? Para XXX que é amigo de ladrões, ou para YYY que é um intelectual, mas fuma?"
Qual seria sua escolha?
Tenho certeza que a maioria escolheria o intelectual, por questões óbvias, pois do jeito que anda a sociedade, não é de se espantar que o amigo do ladrão seja influenciado, porém nem sempre é assim.
Em suma, nesse contexto, meus personagens caracterizados eram: amigo de ladrões: Jesus. Intelectual fumante: Hitler.
Creio que isso possa ter impactado bastante, mas é a verdade. Relembrando as atrocidades cometidas por Hitler, logo vem o asco por termos o escolhido sem saber que era tal, e arrependimento por termos deixado de lado Jesus, que foi e é um homem humilde, caridoso... tudo nos mostra o quão torpe é a atitude de quem aponta uma pessoa que não conhece nem o nome, só por causa do que vê. Não é nosso direito julgar. Aquele ditado: "diga com quem andas que direi que és", não se aplica no geral. O que vale em uma pessoa é QUEM ela é, e não O QUE ela é.
Isso foi só para servir de reflexão. Julgamento é dever do nosso Pai, que sabe de todas as coisas, e só ocorrerá no último dia em que viveremos em carne. Somos tão pequenos e iguais aos outros! Ninguém é melhor que você por causa da cor, ou melhor que eu por causa da classe social. Somos feitos da mesma carne e do mesmo espírito. Se deflora o homem que pensa o contrário.