Nossa sociedade está corrompida pela falta da prática dos valores éticos. O homem deixa-se corromper, desmoralizando a própria raça.
Respeito mútuo entre pessoas é, na maioria das vezes, muito raro de se encontrar. Só pelo jeito do próximo se vestir, andar, falar, agir, até mesmo pela cor da pele e etc., tiram-se conclusões incertas e muitas vezes erradas sobre alguém, em contraste com o que realmente é. Triste fim terá quem julga por tais características em plena era contemporânea.
Presenciando uma cena de preconceito, percebi que para alguns vale mais a sua cor do que seu coração, seu dinheiro do que sua humildade. Estes tornam-se humanos deploráveis, antissociais e alvos da sociedade.
Seu direito termina onde começa o do próximo. Falando abertamente: você tem o direito de ter amigos e de ser aceito por eles, mas para obter harmonia, deve viver dentro dos limites que os mesmos te impõem. Ou seja: devemos saber até onde podemos chegar nas brincadeiras com o pessoal, das palavras que usamos, porque uma ofensiva é suficiente para o seu direito terminar e começar o do outro (de recorrer).
Contudo, deixo aqui uma estimativa; pense e analise. Abaixo da questão deixo de forma explícita onde quero chegar com isso:
Há um cargo administrativo para ser ocupado em uma grande empresa e o setor de RH recebeu alguns currículos. Coincidentemente, dois desses eram de conhecidos dos selecionadores. O primeiro selecionador olha para o segundo e diz: "temos dois conhecidos, mas poderemos selecionar para o cargo apenas um. E agora, para quem vai a preferência? Para XXX que é amigo de ladrões, ou para YYY que é um intelectual, mas fuma?"
Qual seria sua escolha?
Tenho certeza que a maioria escolheria o intelectual, por questões óbvias, pois do jeito que anda a sociedade, não é de se espantar que o amigo do ladrão seja influenciado, porém nem sempre é assim.
Em suma, nesse contexto, meus personagens caracterizados eram: amigo de ladrões: Jesus. Intelectual fumante: Hitler.
Creio que isso possa ter impactado bastante, mas é a verdade. Relembrando as atrocidades cometidas por Hitler, logo vem o asco por termos o escolhido sem saber que era tal, e arrependimento por termos deixado de lado Jesus, que foi e é um homem humilde, caridoso... tudo nos mostra o quão torpe é a atitude de quem aponta uma pessoa que não conhece nem o nome, só por causa do que vê. Não é nosso direito julgar. Aquele ditado: "diga com quem andas que direi que és", não se aplica no geral. O que vale em uma pessoa é QUEM ela é, e não O QUE ela é.
Isso foi só para servir de reflexão. Julgamento é dever do nosso Pai, que sabe de todas as coisas, e só ocorrerá no último dia em que viveremos em carne. Somos tão pequenos e iguais aos outros! Ninguém é melhor que você por causa da cor, ou melhor que eu por causa da classe social. Somos feitos da mesma carne e do mesmo espírito. Se deflora o homem que pensa o contrário.
Things I know
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Sobre como deve ser o amor
Andando por entre os beijinhos, um jardineiro avistou uma rosa branca, magnífica, a mais linda daquele jardim. Tanta perfeição lhe chamou atenção, então foi de encontro à bela inofensiva, que exalava sua essência, seu perfume, encantava com sua cor. Ali ficou horas parado, admirando demasiada beleza e imaginando quanto tempo Deus havia demorado para criar aquela pequena ilustre.
Passando os dias, o jardineiro começou a dar maior atenção para a rosa branca que para as outras flores, mas não podia imaginar que crescia uma eterna paixão recíproca. A bela, com todo seu encanto, parecia a cada dia tornar-se mais bela e encantadora, fazendo com que o jardineiro ficasse mais ligado e apaixonado pela sua fragilidade e beleza.
O cuidado para com ela era redobrado a cada manhã de sol escaldante. O eterno apaixonado regava-a para que sua beleza nunca se apagasse, e para que continuasse em pleno estado de perfeição. Com tamanha demasia, era difícil alguém passar pela calçada e não notar a rosa branca no meio do jardim. O papel da rosa no jardim era protagonista.
Um homem ao encontrar sua flor, deve agradecer pelo presente muitas vezes raro. Ela deixará o dia mais colorido e essencial, com toda sua essência. Mas para que continue formosa, é preciso muito cuidado, uma rosa é frágil e inofensiva. Seu dono precisa tratá-la com demasiada atenção, dando todo tipo de assistência, fazendo tudo com muito amor.
Uma flor não é qualquer coisa, é um ser criado por Deus, para se destacar no meio de tantas outras que parecem iguais, mas nunca são. Você deve cuidar de sua flor para que ela continue bela, especial, encantadora, cheia de vida, para você! Porque ela é sua!
Você pode escolher se quer a melhor ou a pior rosa, como também pode ter a pior e transformá-la com todo carinho, na melhor. E você também pode ter a melhor e não saber como fazer para que ela se mantenha tão boa, então se tornará uma flor esquisita, feia, e morrerá, por falta de amor ou cuidado...
A flor bem cuidada, é invejada. Muitos olhos alheios crescerão diante do seu presente, muitas das vezes querendo roubá-lo ou destrui-lo. Porém, quando a rosa é bem educada e tratada, não dará brecha para outros jardineiros, e mesmo que esses consigam-na por meio do furto, ela nunca terá o mesmo brilho e a mesma essência, e brevemente murchará. Por tristeza? Também. Acontece que uma rosa não suporta receber tanto amor, e depois vê-lo partindo por uma inútil intriga. A tristeza tomará conta do seu coração, junto com a indignação por viver no mesmo espaço em que seres roubam quem já está presenteado, em vez de construir seu próprio jardim e encontrar seu presente...
O amor de uma flor para com o jardineiro é intenso, recíproco, irredutível. O amor de um jardineiro para com uma flor é coisa linda, sagrada, o torna capaz de esquecer as outras flores e dar atenção só a sua nova alegria, a flor mais bonita. Assim deveria ser o amor...
Passando os dias, o jardineiro começou a dar maior atenção para a rosa branca que para as outras flores, mas não podia imaginar que crescia uma eterna paixão recíproca. A bela, com todo seu encanto, parecia a cada dia tornar-se mais bela e encantadora, fazendo com que o jardineiro ficasse mais ligado e apaixonado pela sua fragilidade e beleza.
O cuidado para com ela era redobrado a cada manhã de sol escaldante. O eterno apaixonado regava-a para que sua beleza nunca se apagasse, e para que continuasse em pleno estado de perfeição. Com tamanha demasia, era difícil alguém passar pela calçada e não notar a rosa branca no meio do jardim. O papel da rosa no jardim era protagonista.
Um homem ao encontrar sua flor, deve agradecer pelo presente muitas vezes raro. Ela deixará o dia mais colorido e essencial, com toda sua essência. Mas para que continue formosa, é preciso muito cuidado, uma rosa é frágil e inofensiva. Seu dono precisa tratá-la com demasiada atenção, dando todo tipo de assistência, fazendo tudo com muito amor.
Uma flor não é qualquer coisa, é um ser criado por Deus, para se destacar no meio de tantas outras que parecem iguais, mas nunca são. Você deve cuidar de sua flor para que ela continue bela, especial, encantadora, cheia de vida, para você! Porque ela é sua!
Você pode escolher se quer a melhor ou a pior rosa, como também pode ter a pior e transformá-la com todo carinho, na melhor. E você também pode ter a melhor e não saber como fazer para que ela se mantenha tão boa, então se tornará uma flor esquisita, feia, e morrerá, por falta de amor ou cuidado...
A flor bem cuidada, é invejada. Muitos olhos alheios crescerão diante do seu presente, muitas das vezes querendo roubá-lo ou destrui-lo. Porém, quando a rosa é bem educada e tratada, não dará brecha para outros jardineiros, e mesmo que esses consigam-na por meio do furto, ela nunca terá o mesmo brilho e a mesma essência, e brevemente murchará. Por tristeza? Também. Acontece que uma rosa não suporta receber tanto amor, e depois vê-lo partindo por uma inútil intriga. A tristeza tomará conta do seu coração, junto com a indignação por viver no mesmo espaço em que seres roubam quem já está presenteado, em vez de construir seu próprio jardim e encontrar seu presente...
O amor de uma flor para com o jardineiro é intenso, recíproco, irredutível. O amor de um jardineiro para com uma flor é coisa linda, sagrada, o torna capaz de esquecer as outras flores e dar atenção só a sua nova alegria, a flor mais bonita. Assim deveria ser o amor...
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
É Lindo
Como é lindo Te adorar, como é lindo Te pertencer. Na Tua presença posso sonhar e acreditar no sonho. Com Você não temo as tempestados e não me aflige os naufrágios. Maravilhoso és Tu, Senhor! Deus da minha alegria, do meu amor, do meu fervor... Deus que me levanta, que me estende as mãos, que me desperta e mostra que não há outro caminho senão o Seu. Deus que está olhando por mim, me esperando, e esperando que eu faça somente a vontade Dele.
Cuida de mim, Senhor. Abraça-me forte para que eu sinta a proteção divina e caminhe sem medo, sabendo que Tu és comigo. Deixe-me sentir o Teu calor, tocar Tua face, olhar nos Seus olhos, presenciar testemunhos, falar sobre Sua palavra para quem precisa de um consolo, aonde for.
Ensina-me, Pai, a ser uma serva honrada. Aquela que entra em um recinto e é reconhecida como filha Tua...
Cuida de mim, Senhor. Abraça-me forte para que eu sinta a proteção divina e caminhe sem medo, sabendo que Tu és comigo. Deixe-me sentir o Teu calor, tocar Tua face, olhar nos Seus olhos, presenciar testemunhos, falar sobre Sua palavra para quem precisa de um consolo, aonde for.
Ensina-me, Pai, a ser uma serva honrada. Aquela que entra em um recinto e é reconhecida como filha Tua...
Rosa de Saron
Não nego minha paixão pela banda gospel Rosa de Saron, também não nego que essa música e mais, esse vídeo, ME ARREPIAM... >> http://www.youtube.com/watch?v=G3Tfx-n1_-M
Lindo demais! Vale a pena conferir!
Lindo demais! Vale a pena conferir!
domingo, 14 de novembro de 2010
Te louvo em verdade
Mesmo na tempestade, mesmo que se agite o mar
Te louvo, te louvo em verdade
Mesmo longe dos meus, mesmo na solidão,
Te louvo, te louvo em verdade
Pois somente tenho a Ti, Tu és a minha herança
Te louvo, te louvo em verdade
Pois somente tenho a Ti, Tu és a minha herança
Te louvo, te louvo em verdade
Mesmo que me faltem palavras,
mesmo que eu não saiba louvar
Te louvo, te louvo em verdade
Mesmo que me faltem palavras,
ainda que eu não saiba louvar
Te louvo, te louvo em verdade
Te louvo, te louvo em verdade
Mesmo longe dos meus, mesmo na solidão,
Te louvo, te louvo em verdade
Pois somente tenho a Ti, Tu és a minha herança
Te louvo, te louvo em verdade
Pois somente tenho a Ti, Tu és a minha herança
Te louvo, te louvo em verdade
Mesmo que me faltem palavras,
mesmo que eu não saiba louvar
Te louvo, te louvo em verdade
Mesmo que me faltem palavras,
ainda que eu não saiba louvar
Te louvo, te louvo em verdade
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Reflexão
Na vida, passamos por diversas provações que porém não são em vão. Apenas nos potencializa, e em alguns casos nos garante a vida eterna.
Havia em uma cidade chamada Detroit (E.U.A.), uma família bem remunerada, formada por 4 pessoas: o pai (Robert), mãe (Susie), e os filhos Michael e Claire. Ambos os filhos estudavam em um colégio próximo a residência da família, que ficava em um bairro nobre da cidade, pois Robert era um engenheiro muito bem sucedido e Susie professora de física na universidade de Seattle. A família tinha a tradição americana de comemorar reunidos todo natal, na casa onde viviam, preparando o banquete mais especial e suculento do ano...
No natal de 1953, Susie não pôde compartilhar a felicidade das crianças enquanto recebiam os presentes e também não participou da ceia. Estava hospitalizada já há duas semanas, com uma forte dor no peito. Passadas mais duas semanas, já se ouvia rumores de que a mãe das crianças receberia auta da clínica e poderia voltar para a casa, porém a alegria de todos durou pouco. Susie piorou dois dias antes de ser levada para o lar, precisando continuar internada até que seu caso se apasiguasse.
Robert, o pai das crianças, estava ficando muito preocupado e ansioso, temendo que alguma tragédia pudesse acontecer, afinal, essas coisas do coração não são de se levar na brincadeira. Claire, que já tinha 25 anos, quis visitar a mãe; estava com saudades do seu colo, da voz e saudades do seu abraço. Michael de 20 anos, era muito rebelde, marrento, acompanhou a irmã, porém sem muito sentimento, era frio. Susie, ao ver a seriedade do filho e a indiferença diante sua doença, passou mal, preocupando todos da família novamente.
Passaram-se mais alguns dias, quase 3 semanas, e Susie ainda estava mantida dentro do hospital. Cada vez sua situação piorava. Doutor Douglas ordenou que sua secretária convocasse Rob para uma breve conversa em seu consultório. Desesperado, procurou o médico assim que soube da "intimação" e já foi logo perguntando sobre possíveis melhoras e trágicos desfechos. O doutor, muito sincero em relação a saúde da paciente, disse que suas chances eram mínimas: "Susie sofre de insuficiência pulmonar de estágio agudo, que pode ter sido causada por alguma infecção grave ou externa, ou até mesmo pneumonia, afogamento. Sua mulher chegou no hospital pela primeira vez, ofegante, com a pele azulada devido à baixa concentração de oxigênio no sangue. Foram feitas análises e constatamos que em evasões do pulmão onde deveriam conter só ar, havia líquido. Toda nossa tecnologia está sendo aplicada no caso, nossas máscaras e ventiladores mecânicos para controlar o oxigênio necessário estão sendo utilizadas diariamente. Apesar de todo nosso cuidado, preciso ser o mais realista possível: dentre 10 pessoas com insuficiência pulmonar (fazendo acompanhamento médico e o tratamento adequado), apenas 5 têm a chance de sobreviver. Não quero te desanimar diante o problema, apenas quero te deixar ciente das possíveis coisas que podem ocorrer." Arrasado, Robert deixa o hospital.
Chegando em casa, conta aos filhos que a chance de sobrevivência da mãe era pequena, e por isso deveriam ter muita fé e acreditar que a vida dela pudesse se tornar um milagre para ser contado futuramente... Mesmo com todos os esforços, com todo ato de fé de toda a família, Susie não se encontrava em bom estado.
Claire completaria seus 26 anos daqui a dois dias. Felicíssima, pediu ao pai que a deixasse dar um presente à sua mãe. O pai achou estranho, pois a altura do campeonato, o que Claire poderia dar à Susie?... Finalmente chegou o dia 05 de março de 1954, Claire estava completando seu 26º ano de vida. Mais que depressa chegou ao pai e pediu que a levasse no hospital para comemorar com sua mãe. Chegando lá, matou toda a saudade que tinha dentro do peito, dizendo: "Mãe, a senhora ficará boa novamente, com um pulmão e um coração novo, pena que não poderei estar aqui para assistir a volta de seu sorriso alegre." Susie não entendeu o que Claire quis dizer com "você vai ganhar pulmão e coração novos, mas não poderei ver" e mandou chamar o marido. Contou toda a conversa que teve com Claire, e depois de escorrer uma lágrima dos olhos e levantar a cabeça que se manteve todo o tempo baixa, Robert disse que dois dias antes da filha completar 26 anos, pediu que ele a deixasse dar um presente para sua mãe. Rob concordou, sem saber o que era, porém na noite que antecedia o dia 27, Claire contou ao pai que estava disposta a dar sua vida, mais especificamente doar seus pulmões e seu coração para Susie: "querida, eu neguei a ideia, mas Claire estava desesperada dizendo que se fosse pra viver sem você, preferia então não viver. Tentei tirar essa coisa maluca da cabeça dela, porém minhas tentativas foram em vão. Fiquei frustrado, arrasado, com um nó na garganta, mas no fundo, feliz de ver o amor que um filho tem pelos pais. Não sei o que fazer, pois pra mim seria terrível viver sem você ou viver sem ela, mas para ela, seria horrível viver sem uma mãe, e como eu a amo de todo o meu coração, acabei optando pelo meu silêncio e deixando que ela resolvesse sozinha o que iria fazer." Susie ficou transtornada! Não queria de jeito algum que a filha se sacrificasse por ela: "Claire é muito nova, tem toda a vida pela frente, não pode fazer isso!". Angústia era o que crescia dentro da casa da família e dentro do quarto do hospital.
Decidida, Claire comunica ao pai que fará a doação. Entre lágrimas e soluços, se despede da filha com todo o amor e toda a tristeza de pai. Michael, indignado, pede para que a irmã desista, o que foi totalmente inútil. A única que não sabia com certeza que Claire já havia se decidido, era Susie. Marcaram a retirada dos órgãos para daí a 1 dia; finalmente, Claire foi levada até a sala de cirurgia sobre uma maca, com um sorriso enorme estampado no rosto, pedindo ao pai que avisasse mamãe que ela era a coisa mais preciosa que tinha na vida...
Parece que tudo estava combinado no céu, pois assim que terminaram a retirada, Susie teve uma complicação pulmonar (cada vez mais líquido entrava pelo canal destinado ao ar). Precisaria de um novo pulmão, pois aquele já não funcionava mais como deveria, e naquele exato momento, os pulmões de Claire já estavam prontos para ser doados a sua mãe. Imediatamente foi feito o transplante, realizado com muito sucesso. Susie já sentia diferença ao respirar, aliviada, e muito chateada por ter perdido uma filha.
Cerca de 3 semanas depois, doutor Doug enviou Susie para casa, emocionado de ver a superação da paciente, e emocionado também por lembrar da triste história, onde uma vida foi "sacrificada" para salvar outra.
Chegando em casa, Susie revirou todo o guarda-roupas de Claire para sentir o cheiro da filha em suas roupas; revirou o armário do quarto do casal, recolhendo todas as fotos de Claire para que pudesse matar a saudade, e feliz, com uma única lágrima nos olhos, dizia: "minha filha foi um anjo na minha vida, um exemplo de que o amor ainda reina nesse mundo e que por ele somos capazes de dar a vida por alguém..."
A família seguiu sua vida, feliz quando relembravam de Claire. Michael se tornou um homem sério, maduro e responsável, dando todo o valor na família que tinha e se orgulhando da irmã que teve. Seu maior sonho era ser um dia, metade humano como Claire havia sido.
Devemos levar este exemplo para o nosso lado interno, espiritual. Quantas vezes você tem deixado o anjo que há dentro de você morrer, com tanta frieza? Quantas vezes você tem amado o seu próximo como a ti mesmo? Quantas vezes você tem se sacrificado pelo seu Pai, o autor e consumador da sua fé? Quantas vezes você tem olhado para o céu e lembrado do Deus que te espera ansioso, de braços abertos pra te receber e conceber a vida eterna? Quantas vezes você tem lido as palavras do Senhor e meditado, percebendo que ele é o único capaz de nos ajudar nas nossas aflições? Quantas vezes você tem lembrado que Jesus morreu na cruz por todos nós, pagando pelos nossos pecados e ainda, levando com ele todas as nossas enfermidades? Pra terminar: Quantas vezes você tem lembrado de Jesus como o seu Pai?...
Entregue sua vida à Ele. Sacrifique seus anseios mundanos, alegre o Senhor com suas atitudes pois a alegria do Senhor é a nossa força, a força que nos deixará em pé, a força que nos ajudará nas nossas mais difíceis fases. Não há nada mais gratificante e glorioso que fazer a vontade do Pai, de perceber Tua presença no nosso meio e saber que Ele se importou e se importa conosco, e que sempre que precisarmos, basta clamar, que seus ouvidos estão atentos a nos ouvir, e suas mãos estendidas para nos levantar...
E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; e, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo: Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. (...)
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (...) Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
Mateus 5.
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Havia em uma cidade chamada Detroit (E.U.A.), uma família bem remunerada, formada por 4 pessoas: o pai (Robert), mãe (Susie), e os filhos Michael e Claire. Ambos os filhos estudavam em um colégio próximo a residência da família, que ficava em um bairro nobre da cidade, pois Robert era um engenheiro muito bem sucedido e Susie professora de física na universidade de Seattle. A família tinha a tradição americana de comemorar reunidos todo natal, na casa onde viviam, preparando o banquete mais especial e suculento do ano...
No natal de 1953, Susie não pôde compartilhar a felicidade das crianças enquanto recebiam os presentes e também não participou da ceia. Estava hospitalizada já há duas semanas, com uma forte dor no peito. Passadas mais duas semanas, já se ouvia rumores de que a mãe das crianças receberia auta da clínica e poderia voltar para a casa, porém a alegria de todos durou pouco. Susie piorou dois dias antes de ser levada para o lar, precisando continuar internada até que seu caso se apasiguasse.
Robert, o pai das crianças, estava ficando muito preocupado e ansioso, temendo que alguma tragédia pudesse acontecer, afinal, essas coisas do coração não são de se levar na brincadeira. Claire, que já tinha 25 anos, quis visitar a mãe; estava com saudades do seu colo, da voz e saudades do seu abraço. Michael de 20 anos, era muito rebelde, marrento, acompanhou a irmã, porém sem muito sentimento, era frio. Susie, ao ver a seriedade do filho e a indiferença diante sua doença, passou mal, preocupando todos da família novamente.
Passaram-se mais alguns dias, quase 3 semanas, e Susie ainda estava mantida dentro do hospital. Cada vez sua situação piorava. Doutor Douglas ordenou que sua secretária convocasse Rob para uma breve conversa em seu consultório. Desesperado, procurou o médico assim que soube da "intimação" e já foi logo perguntando sobre possíveis melhoras e trágicos desfechos. O doutor, muito sincero em relação a saúde da paciente, disse que suas chances eram mínimas: "Susie sofre de insuficiência pulmonar de estágio agudo, que pode ter sido causada por alguma infecção grave ou externa, ou até mesmo pneumonia, afogamento. Sua mulher chegou no hospital pela primeira vez, ofegante, com a pele azulada devido à baixa concentração de oxigênio no sangue. Foram feitas análises e constatamos que em evasões do pulmão onde deveriam conter só ar, havia líquido. Toda nossa tecnologia está sendo aplicada no caso, nossas máscaras e ventiladores mecânicos para controlar o oxigênio necessário estão sendo utilizadas diariamente. Apesar de todo nosso cuidado, preciso ser o mais realista possível: dentre 10 pessoas com insuficiência pulmonar (fazendo acompanhamento médico e o tratamento adequado), apenas 5 têm a chance de sobreviver. Não quero te desanimar diante o problema, apenas quero te deixar ciente das possíveis coisas que podem ocorrer." Arrasado, Robert deixa o hospital.
Chegando em casa, conta aos filhos que a chance de sobrevivência da mãe era pequena, e por isso deveriam ter muita fé e acreditar que a vida dela pudesse se tornar um milagre para ser contado futuramente... Mesmo com todos os esforços, com todo ato de fé de toda a família, Susie não se encontrava em bom estado.
Claire completaria seus 26 anos daqui a dois dias. Felicíssima, pediu ao pai que a deixasse dar um presente à sua mãe. O pai achou estranho, pois a altura do campeonato, o que Claire poderia dar à Susie?... Finalmente chegou o dia 05 de março de 1954, Claire estava completando seu 26º ano de vida. Mais que depressa chegou ao pai e pediu que a levasse no hospital para comemorar com sua mãe. Chegando lá, matou toda a saudade que tinha dentro do peito, dizendo: "Mãe, a senhora ficará boa novamente, com um pulmão e um coração novo, pena que não poderei estar aqui para assistir a volta de seu sorriso alegre." Susie não entendeu o que Claire quis dizer com "você vai ganhar pulmão e coração novos, mas não poderei ver" e mandou chamar o marido. Contou toda a conversa que teve com Claire, e depois de escorrer uma lágrima dos olhos e levantar a cabeça que se manteve todo o tempo baixa, Robert disse que dois dias antes da filha completar 26 anos, pediu que ele a deixasse dar um presente para sua mãe. Rob concordou, sem saber o que era, porém na noite que antecedia o dia 27, Claire contou ao pai que estava disposta a dar sua vida, mais especificamente doar seus pulmões e seu coração para Susie: "querida, eu neguei a ideia, mas Claire estava desesperada dizendo que se fosse pra viver sem você, preferia então não viver. Tentei tirar essa coisa maluca da cabeça dela, porém minhas tentativas foram em vão. Fiquei frustrado, arrasado, com um nó na garganta, mas no fundo, feliz de ver o amor que um filho tem pelos pais. Não sei o que fazer, pois pra mim seria terrível viver sem você ou viver sem ela, mas para ela, seria horrível viver sem uma mãe, e como eu a amo de todo o meu coração, acabei optando pelo meu silêncio e deixando que ela resolvesse sozinha o que iria fazer." Susie ficou transtornada! Não queria de jeito algum que a filha se sacrificasse por ela: "Claire é muito nova, tem toda a vida pela frente, não pode fazer isso!". Angústia era o que crescia dentro da casa da família e dentro do quarto do hospital.
Decidida, Claire comunica ao pai que fará a doação. Entre lágrimas e soluços, se despede da filha com todo o amor e toda a tristeza de pai. Michael, indignado, pede para que a irmã desista, o que foi totalmente inútil. A única que não sabia com certeza que Claire já havia se decidido, era Susie. Marcaram a retirada dos órgãos para daí a 1 dia; finalmente, Claire foi levada até a sala de cirurgia sobre uma maca, com um sorriso enorme estampado no rosto, pedindo ao pai que avisasse mamãe que ela era a coisa mais preciosa que tinha na vida...
Parece que tudo estava combinado no céu, pois assim que terminaram a retirada, Susie teve uma complicação pulmonar (cada vez mais líquido entrava pelo canal destinado ao ar). Precisaria de um novo pulmão, pois aquele já não funcionava mais como deveria, e naquele exato momento, os pulmões de Claire já estavam prontos para ser doados a sua mãe. Imediatamente foi feito o transplante, realizado com muito sucesso. Susie já sentia diferença ao respirar, aliviada, e muito chateada por ter perdido uma filha.
Cerca de 3 semanas depois, doutor Doug enviou Susie para casa, emocionado de ver a superação da paciente, e emocionado também por lembrar da triste história, onde uma vida foi "sacrificada" para salvar outra.
Chegando em casa, Susie revirou todo o guarda-roupas de Claire para sentir o cheiro da filha em suas roupas; revirou o armário do quarto do casal, recolhendo todas as fotos de Claire para que pudesse matar a saudade, e feliz, com uma única lágrima nos olhos, dizia: "minha filha foi um anjo na minha vida, um exemplo de que o amor ainda reina nesse mundo e que por ele somos capazes de dar a vida por alguém..."
A família seguiu sua vida, feliz quando relembravam de Claire. Michael se tornou um homem sério, maduro e responsável, dando todo o valor na família que tinha e se orgulhando da irmã que teve. Seu maior sonho era ser um dia, metade humano como Claire havia sido.
Devemos levar este exemplo para o nosso lado interno, espiritual. Quantas vezes você tem deixado o anjo que há dentro de você morrer, com tanta frieza? Quantas vezes você tem amado o seu próximo como a ti mesmo? Quantas vezes você tem se sacrificado pelo seu Pai, o autor e consumador da sua fé? Quantas vezes você tem olhado para o céu e lembrado do Deus que te espera ansioso, de braços abertos pra te receber e conceber a vida eterna? Quantas vezes você tem lido as palavras do Senhor e meditado, percebendo que ele é o único capaz de nos ajudar nas nossas aflições? Quantas vezes você tem lembrado que Jesus morreu na cruz por todos nós, pagando pelos nossos pecados e ainda, levando com ele todas as nossas enfermidades? Pra terminar: Quantas vezes você tem lembrado de Jesus como o seu Pai?...
Entregue sua vida à Ele. Sacrifique seus anseios mundanos, alegre o Senhor com suas atitudes pois a alegria do Senhor é a nossa força, a força que nos deixará em pé, a força que nos ajudará nas nossas mais difíceis fases. Não há nada mais gratificante e glorioso que fazer a vontade do Pai, de perceber Tua presença no nosso meio e saber que Ele se importou e se importa conosco, e que sempre que precisarmos, basta clamar, que seus ouvidos estão atentos a nos ouvir, e suas mãos estendidas para nos levantar...
E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; e, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo: Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. (...)
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (...) Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
Mateus 5.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Saudade...
É angústia, é perda, é desespero, é amor acumulado, é abandono, é choro, é tristeza. É o vazio que jamais se preenche, é o espaço sem nem ao menos ar. É dor, dor indescritível. É vontade de te ter aqui a qualquer preço. É, enfim, saudade. Inexplicável aos teus inocentes olhos, eles que brilham, eles que eu sinto falta. É a pior coisa, depois que vem a melhor. É você, só que de longe, distante, amargo, frio... E não há nada que ao menos anestesie, diminua com o seu real valor? Não, não há nada que apague as lembranças que se marcam. Ainda se só fossem tristes memórias, mas não, são cicatrizes do coração. É também o eterno desejo de desaparecer, de ficar invisível, de esquecer pra nunca mais. E o que é raiva às vezes, e amor pra sempre. Vazio sim, mas também é querer, prazer, grito, é vida!
http://www.orkut.com.br/Main#Community?rl=cpp&cmm=32455386
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